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domingo, 13 de janeiro de 2013

Uma carta, uma memória, um adeus.

Hoje recebi sua carta, vermelha de sangue.
Li cada parte com lágrimas percorrendo meu rosto,
Vejo que nada é o que achei que um dia foi.
"Palavras são como o vento" creio que já deva ter ouvido isso antes...
Quantos "eu te amo" foram jogados ao vento e capturados (infelizmente) pelos meus ouvidos?
Quantos dias em um falso elísio vivi?
Não importa seus movimentos agora, ações ou palavras,
O passado não pode ser alterado, nunca poderá.
Lembro-me dos dias de sol, dos carinhos, das palavras doces...
Mas tudo o que me resta agora, são os dias de chuva, destruindo o que restou de mim.

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